Agenda Bate Papo com Lan Houses em 2011

19/ago – Belém, PA – Confirmado

17/set – Florianópolis, SC – Confirmado

24/set – Recife, PE – Confirmado

05/out – Salvador, BA – Confirmado

15/out – São Luis, MA – Confirmado

05/nov – Manaus, AM – Confirmado

10/dez – Rio de Janeiro, RJ – a confirmar

Informações: http://bplanhouses.wordpress.com/

Bate papo com Lan Houses – Campinas

Pesquisa aponta perfil de usuários de Lan Houses

Dados de uma pesquisa inédita revelam tendências de consumo e o perfil de 32 milhões de brasileiros que acessam a internet de lan houses. O número representa 45% dos usuários que, hoje, acessam a rede de uma das 107 mil lan houses espalhadas pelo Brasil, e que, segundo o estudo, priorizam o investimento em serviços com foco em cursos, trabalho e busca de empregos, seguido de itens para consumo pessoal. O estudo foi desenvolvido pela consultoria Plano CDE, especializada no universo das classes C, D e E, em parceria com a CDI Lan (empresa social ligada à ONG Comitê para Democratização da Informática)

“Esse cenário é uma característica da mobilidade social vivida pelas classes populares, que têm entre seus jovens um público cada vez mais escolarizado do que os pais e, por isso mesmo, busca mais informação e tecnologia fora de casa, já que não tem computador ou acesso à internet”, observa Luciana Aguiar, antropóloga e sócia diretora da Plano CDE, que para desenvolver o levantamento ouviu 891 usuários de todo o país.

O estudo aponta que os usuários de lan houses são, na maioria, jovens entre 14 a 24 anos, sendo que 59% possuem renda pessoal mensal, com 80% respondendo por uma renda pessoal de até R$ 1,2 mil por mês e 14% possuindo renda entre R$ 1.201,00 a R$ 2 mil. Dentro desse universo, 77% contribuem no orçamento familiar, parcialmente (56%) ou com toda renda pessoal (21%).

A pesquisa mostra que, mesmo com a pouca idade, e até pela tendência a outras atividades de lazer comuns entre usuários dessa faixa etária, 40% investiriam em educação se tivessem um acréscimo de R$ 500,00 na renda. Em seguida, aparecem meio de transporte (20%), tecnologia (13%) e consumo com vestuário, calçados e higiene pessoal (7%).

“Tratam-se de usuários conscientes, que utilizam os recursos do acesso à rede principalmente para ascender intelectualmente e profissionalmente”, avalia Bernardo Faria, diretor da CDI Lan, ao destacar o potencial das lan houses para serviços como cursos à distância, assim como produtos de inclusão financeira.

De acordo com o levantamento, o nível de educação dos entrevistados é relativamente alto, considerando sua concentração nas classes C, D e E, – 43% têm ensino médio completo ou superior incompleto; 35% possuem ensino médio incompleto; 6% com superior completo. Em relação à ocupação, 46% dos usuários possuem um vínculo mais estável de trabalho (carteira assinada, funcionário público ou militar) e 30% são autônomos ou empresários.

O mapeamento também revela que 43% dos clientes de lan houses estão concentrados na região Nordeste e 38% na Sudeste; o Centro-Oeste responde por 7% e as regiões Norte e Sul por 6%, cada uma.

A pesquisa ainda mostra que o acesso à internet por esse público está bem inserido ao networking: 67% dos usuários utilizam a rede para a leitura de e-mails (67%) e 57% fazem uso da internet para a comunicação com amigos e parentes (65%).

No quesito entretenimento, o acesso a vídeos, fotos ou ouvir músicas é apontado como preferência por 55% dos internautas, seguido de acompanhar notícias esportivas (51%), pesquisa (46%), jogar (45%) e ler notícias, novidades, fofocas e piadas (29%). Dicas sobre saúde/alimentação e beleza/moda respondem, respectivamente, por 13% e 11% do interesse dos usuários.

Os portais de notícias e redes sociais também são canais importantes para o internauta que freqüenta os estabelecimentos. “Considerados canais que atuam como uma janela para o mundo para o público da base da pirâmide, os portais de notícias e as redes sociais contribuem tanto para a atualização sobre o mercado de trabalho como para o desenvolvimento do capital social”, analisa Luciana Aguiar.

A pesquisa aponta que as atividades mais relevantes para os usuários de lan houses nos portais são acessar e-mail (29%); ler notícias do mundo (23); ler notícias de entretenimento (18%) e ler notícias de esportes (14). Nas redes sociais, o acesso prioriza o contato com amigos e parentes (64%); a postagem de fotos (13%); e os jogos sociais (8%).

Fonte: http://consumidormoderno.uol.com.br/consumidor-2-0/pesquisa-aponta-perfil-de-usuarios-de-lan-houses

Pesquisa TIC Lan House 2010

Os principais destaques dos resultados desta primeira edição apuraram o seguinte:

· Lanhouses como negócio familiar

· A importância de atividades comerciais complementares

· Oferta qualificada de serviços
· Quantidade de computadores
· Velocidade de conexão
· Tipo de sistema operacional utilizado
· Tempo de funcionamento
· Perfil do gestor das lanhouses

Que leituras deveram fazer com esse relatório:

1. Desde que começou a ser feito a pesquisa em 2005 pelo CGI.br, as lanhouses apontaram ser um importante local de uso de rede mundial de computadores.

2. As lanhouses se desenvolveram nos locais onde a população é mais carente de acesso e infraestrutura da internet.

3. Na área Rural, as lanhouses são extremamente importantes, face ao comparativo com centros urbanos.

4. A presença das lanhouses em locais de expressiva população desfavorável atribui aos estabelecimentos um potencial transformador, pois elas oferecem uma gama de serviços importantes que ate o momento estavam impossibilitadas de utilizá-las.

5. Podem levar cultura para o pais no qual mais de 90% dos municípios não possuem sequer uma sala de cinema e mais de duas mil cidades não tem bibliotecas, segundo o Ministério da Cultura¹. Por fim as Lanhouse podem oferecer educação digital, por meio de cursos de informática.

6. Essas empresas, as pessoas que provem esse fenômeno, quais são as oportunidades e desafios do setor e o papel que cumprem na comunidade onde atuam.

O que foi identificado como Modelo de Negocio através desta pesquisa é que o perfil dos centros publico não governamental de acesso à Internet, as lanhouses, é em 80% dos casos familiar, 97% destes possuem até 3 funcionários, e ilustram como microempresas com algum grau de formalização (49%), alem de pagar impostos.

O interessante nesta pesquisa foi por região, por valores cobrados por acesso e crescimento do modelo de negocio.
Desafios para as lanhouses no Brasil

Esse relatório aponta o seguinte:

1. Questão legal – a atividade comercial das lanhouses está amplamente pautada na informalidade, fator que favorece a adoção de softwares piratas e limita o potencial de investimento e acesso a linhas de crédito.

2. Serviços diferenciados – e até inovadoras, considerado a oportunidade de ofertar qualidade de serviço de maior valor agregado. (exemplo Conexão Cultura).

3. Modelo de Gestão praticado nas lanhouses – capacitação, profissionalização dos microempresários e garantir a gestão das Lanhouses.

Desta forma o cenário aponta para um período critico, e as oportunidades permitem que se avaliem o caminho a ser traçado.

Novamente este estudo vem reforçar os desafios do setor, e só unidos poderemos mudar a imagem do segmento perante a Sociedade, Governo, e assim alinhar e adotar medidas para nortear o futuro dos Centros de Inclusão Digital.

Esta publicação está disponível na integra em formato digital em http://www.cetic.br

Pirataria tem solução?

Por Ronaldo Hofmeister

O marketing tem vários desafios, mas nos últimos tempos a pirataria tem crescido e incomodado os empreendedores. Mas como sobreviver em um ambiente tão hostil.

Já ouvi várias pessoas justificando a compra de produtos piratas pois  o original era excessivamente caro e não concordavam com a ganância dos empresários.  Mas em nenhum momento pensaram no esforço do empreendedor em pesquisar, correr o risco de lançar um produto no mercado e no dinheiro despendido para que tudo pudesse acontecer.  A pirataria só existe pois  do outro lado tem alguém disposto a comprar.

Diante disso o que fazer:

A fórmula parece simples mas é necessário ter um diferencial.  Um diferencial é algo que ninguém tem e dificilmente pode ser copiado.

Ok mas nada é impossível copiar. Então o que fazer?

O jeito é inovar constantemente. O seu diferencial permitirá que durante um tempo seus concorrentes não consigam copiá-lo. Este tempo é o que terá para pensar na próxima inovação. Quando seu concorrente finalmente conseguir te copiar você já estará um passo a frente.

Mas ainda falta um ponto: o consumidor pagar mais pelo produto original. Para isso a receita é fazer com que o cliente perceba o valor do produto em uma excelente relação custo benefício.  O cliente paga mais se perceber que vale a pena, portanto o diferencial deve ser para o cliente e não para a empresa.

Você acredita que é possível combater a pirataria assim?

Tudo grátis…mas dá para ganhar dinheiro?

Acesso livre e irrestrito é o que deseja o consumidor de Internet. Tudo grátis… mas quem paga a conta?

Buscar uma página ou assunto no Google não tem custo para o usuário, mas como a empresa sobrevive? Com os links que são patrocinados.

O Facebook é gratuito e como eles mesmos afirmam “… e sempre será” mas a receita vem de publicidade.

A questão é definir o modelo de negócio para que alguns paguem a conta dos que utilizam gratuitamente.  Este modelo também é chamado de freemium.  É baseado em volume de acessos e publicidade. As receitas obtidas com os pagantes se dividido para cada visitante único (pagante ou não) é surpreendente. Vejam alguns exemplos segundo a Business Insider: Google (US$18,44), Yahoo (US$6), Microsoft (US$4,42), Facebook (US$3,09), Linkedin (US$ 2,48) e Twitter (US$0,62)

Muitos destes negócios começaram com uma idéia de interatividade ou solução de um problema e não como um modelo de negócio em si. Como eram idéias inovadoras pegaram no gosto popular e somente depois de um tempo os seus inventores pensaram em ganhar dinheiro com isso. Mas começar assim é para poucos, o ideal é pensar em um modelo de negócio junto com o negócio inovador.

Hoje existem várias startups que buscam investidores que viabilizem seus negócios.  Você tem uma idéia e não sabe como monetizar?  Comente aqui em nosso Blog.

Para migrar do EI para Microemprensa é necessário ir a Junta Comercial?

A resposta é não e de forma bastante enfática, já que algumas Juntas Comerciais estão alardeando que é necessário realizar a baixa do EI/MEI para uma nova consttuição empresarial como empresário individual.
Essa interpretação é totalmente equivocada. Quem tiver tido algum problema ou prejuízo por conta disso, pode, e deve, responabilizar esses agentes públicos. Abrir e fechar empresas é coisa séria. Não se pode sair por aí dizendo que um empreendimento deve ser fechado por mera questão burocrática.

Para migrar de EI para ME não há que fornecer qualquer informação à Junta Comercial.

É um processo administrativo fiscal e não comercial, e muito simples por sinal.

Para saber como fazê-lo, clique AQUI.

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