Pirataria tem solução?

Por Ronaldo Hofmeister

O marketing tem vários desafios, mas nos últimos tempos a pirataria tem crescido e incomodado os empreendedores. Mas como sobreviver em um ambiente tão hostil.

Já ouvi várias pessoas justificando a compra de produtos piratas pois  o original era excessivamente caro e não concordavam com a ganância dos empresários.  Mas em nenhum momento pensaram no esforço do empreendedor em pesquisar, correr o risco de lançar um produto no mercado e no dinheiro despendido para que tudo pudesse acontecer.  A pirataria só existe pois  do outro lado tem alguém disposto a comprar.

Diante disso o que fazer:

A fórmula parece simples mas é necessário ter um diferencial.  Um diferencial é algo que ninguém tem e dificilmente pode ser copiado.

Ok mas nada é impossível copiar. Então o que fazer?

O jeito é inovar constantemente. O seu diferencial permitirá que durante um tempo seus concorrentes não consigam copiá-lo. Este tempo é o que terá para pensar na próxima inovação. Quando seu concorrente finalmente conseguir te copiar você já estará um passo a frente.

Mas ainda falta um ponto: o consumidor pagar mais pelo produto original. Para isso a receita é fazer com que o cliente perceba o valor do produto em uma excelente relação custo benefício.  O cliente paga mais se perceber que vale a pena, portanto o diferencial deve ser para o cliente e não para a empresa.

Você acredita que é possível combater a pirataria assim?

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Tudo grátis…mas dá para ganhar dinheiro?

Acesso livre e irrestrito é o que deseja o consumidor de Internet. Tudo grátis… mas quem paga a conta?

Buscar uma página ou assunto no Google não tem custo para o usuário, mas como a empresa sobrevive? Com os links que são patrocinados.

O Facebook é gratuito e como eles mesmos afirmam “… e sempre será” mas a receita vem de publicidade.

A questão é definir o modelo de negócio para que alguns paguem a conta dos que utilizam gratuitamente.  Este modelo também é chamado de freemium.  É baseado em volume de acessos e publicidade. As receitas obtidas com os pagantes se dividido para cada visitante único (pagante ou não) é surpreendente. Vejam alguns exemplos segundo a Business Insider: Google (US$18,44), Yahoo (US$6), Microsoft (US$4,42), Facebook (US$3,09), Linkedin (US$ 2,48) e Twitter (US$0,62)

Muitos destes negócios começaram com uma idéia de interatividade ou solução de um problema e não como um modelo de negócio em si. Como eram idéias inovadoras pegaram no gosto popular e somente depois de um tempo os seus inventores pensaram em ganhar dinheiro com isso. Mas começar assim é para poucos, o ideal é pensar em um modelo de negócio junto com o negócio inovador.

Hoje existem várias startups que buscam investidores que viabilizem seus negócios.  Você tem uma idéia e não sabe como monetizar?  Comente aqui em nosso Blog.

Para migrar do EI para Microemprensa é necessário ir a Junta Comercial?

A resposta é não e de forma bastante enfática, já que algumas Juntas Comerciais estão alardeando que é necessário realizar a baixa do EI/MEI para uma nova consttuição empresarial como empresário individual.
Essa interpretação é totalmente equivocada. Quem tiver tido algum problema ou prejuízo por conta disso, pode, e deve, responabilizar esses agentes públicos. Abrir e fechar empresas é coisa séria. Não se pode sair por aí dizendo que um empreendimento deve ser fechado por mera questão burocrática.

Para migrar de EI para ME não há que fornecer qualquer informação à Junta Comercial.

É um processo administrativo fiscal e não comercial, e muito simples por sinal.

Para saber como fazê-lo, clique AQUI.